Esse
post é um comentário sobre os
posts abaixo que demonstram os efeitos da crise sobre o comércio do estado.
É muito gratificante perceber que nossas pesquisas locais (do
IBGE) dão a
exata dimensão do desempenho comercial do estado. Todos que acompanham as notícias dos jornais sabem que eles vêm anunciando, por exemplo, como as vendas das revendedoras de veículos entraram em queda nos últimos meses de 2008.
Agora nossos pesquisadores foram à campo e deram o tamanho
exato dessa redução e seus efeitos sobre as vendas do
setor. Isso mostra como o resultado das nossas pesquisas têm uma forte aderência à realidade. Mostra como nossos resultados são uma fonte de informação importante, confiável e precisa sobre o desempenho de nossa economia.
É por isso que eu tenho orgulho de trabalhar no
IBGE, um órgão que, como diz nossa
misão, é responsável por "retratar o Brasil - e no nosso caso particular o
RN - com informações necessárias ao conhecimento da realidade e ao exercício da cidadania". Os resultados dessa nossa pesquisa mostram como estamos cumprindo nossa missão.
Mais que isso: os dados do
IBGE nacional sempre tiveram grande respeitabilidade. Mas o que eu quero mostrar com esse
post é como nosso
IBGE local tem a mesma excelência do
IBGE nacional. Nossa pesquisa mensal do comércio - que até um certo tempo atrás ninguém dava importância nem olhava para os seus resultados - é fundamental para acompanhar o desempenho de nossa economia local.
Outro situação semelhante foi quando a imprensa noticiou a falta de cimento no mercado
potiguar e nossas estatísticas revelaram, nesse mesmo período, um aumento do preço do produto. Esse aumento foi justamente a tradução do
desbalanceamento entre oferta e demanda.
Sei, caro leitor, que estou sendo meio piegas nesse
post, mas quando eu
vi os
números dessa pesquisa de
novembro aqui no
RN, senti um orgulho danado de trabalhar em um órgão capaz de retratar essa nossa realidade de forma fiel e útil para a nossa população.